Dog: A Aventura de Uma Vida

Reid Carolin & Channing Tatum
Dog: A Aventura de Uma VidaDog: A Aventura de Uma Vida
(2022)

Trailer

Sinopse

A história segue dois rangers do Exército norte-americano: Briggs, um humano, e Lulu, uma cadela pastor-belga malinois. Para cair nas boas graças dos superiores, Briggs aceita levar a cadela ao funeral do sargento Rodriguez, seu treinador. Os dois metem-se num Ford de 1984 e seguem viagem, percorrendo a costa do Pacífico na esperança de chegar a tempo. A missão tinha tudo para correr bem, não fosse o caso de o animal ter um ódio de estimação pelo camarada que foi destacado para a acompanhar.

Ficha técnica

Por que assistir a este filme?

Filmes sobre a relação entre humanos e seus cães sempre são emocionais, prontos para fazer as pessoas soltarem um rio de lágrimas. ‘Marley & Eu’, ‘Meu Amigo Enzo’, ‘Quatro Vidas de um Cachorro’... São várias as produções que seguem os mesmos elementos narrativos e parecendo próximas de um esgotamento, fazem sucesso e continuam emocionando. Mais um filme que entra nessa lista é ‘Dog: A Aventura de uma Vida’. Estreia de Channing Tatum na direção, que assume a batuta junto do roteirista Reid Carolin, o longa-metragem conta a história de Jackson Briggs (Tatum), um militar que quer voltar à ativa após sofrer um traumatismo craniano. No entanto, no meio desse desejo, um amigo militar morre em ação. É aí que o chefe de Briggs explica que se ele quer voltar para o exército, precisa cumprir com um desafio de levar a cadela Lulu para o funeral do seu dono. O problema é que a cachorra, uma pastora belga, é ligada no 220. Por conta do treinamento duro que teve como um cão de carreira militar, tem traumas. É assustada, às vezes agressiva sem motivo. Por isso, Briggs pena para conseguir fazer o trajeto de atravessar o país em apenas alguns dias com Lulu à tiracolo. ‘Dog: A Aventura de uma Vida’ é, enfim, um tradicional road movie em que Jackson Briggs vai se transformando conforme avança no ambiente -- assim como Lulu. É bonito ver a relação dos dois ganhando forma, contorno e profundidade, mesmo com Briggs negando o destino da cachorra: ser sacrificada depois do velório do falecido dono, muito por conta de seu temperamento agressivo. Obviamente, como espectadores, desde o início sabemos como a história vai se desenrolar e terminar. Não há muito segredo. Tatum e Carolin, aliás, não tentam esconder isso: admitem a previsibilidade e jogam tudo em cima da emoção e lágrimas, escondendo uma trama pró-militarismo desnecessária. Só que, apesar disso, funciona: no final, as lágrimas rolam, o sorriso surge e aparece a vontade incontrolável de sair do cinema pra abraçar um cachorro.

Matheus Mans

Matheus Mans

Editor do Filmelier

Onde assistir?

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