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Onde assistir
Disponível em casa
Uma motogirl liberta mulheres refugiadas exploradas como escravas e enfrenta o chefe do esquema.
Trailer
Dica: Em uma corrida pelo interior dos EUA, um carro vermelho descobre o valor da amizade.

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Premiado em Sundance, 2025. Em uma Nova York marcada pela repressão, um jovem policial infiltrado, com a missão de atrair e prender homens gays, coloca sua carreira em risco quando se apaixona por um de seus alvos.
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"Filme derivado da série exibida pelo SBT e pela Amazon Prime Video, ‘Garota da Moto’ é mais um exemplar de como o cinema de ação no Brasil ainda pode encontrar seu espaço. O longa-metragem, dirigido por Luis Pinheiro (do divertido ‘Mulheres Alteradas’), conta a história de Joana (Maria Casadevall, entrando no lugar de Chris Ubach), uma motogirl que, durante seu trabalho, cruza com uma quadrilha de trabalho escravo. Faz sua própria Justiça. A partir daí, se torna alvo de criminosos, principalmente de um homem que parece ter controle do crime organizado de São Paulo -- e, apesar dos exageros do personagem, é bem interpretado por Roberto Birindelli. A partir daí, começa o clássico "gato e rato". É, assim, um filme de boas intenções que, depois da série, dá mais força e mais autonomia para a personagem de Casadevall. Ela vai atrás da vingança e faz sua própria Justiça. Com isso, o longa-metragem tem ganhos e perdas. Ganha, primeiramente, ao fortalecer a personagem e fazer com que ela vá além de uma simples briga com outra mulher -- e, veja só, causada por um homem. No entanto, por outro lado, essa mudança de postura exige roteiro e direção mais afiados para tornar essa personagem mais crível e natural. E isso simplesmente não acontece. Enquanto o bom ‘O Doutrinador’ abraça o fantástico, para falar de outro filme brasileiro de um vingador, ‘Garota da Moto’ se leva muito a sério. A personagem perde a oportunidade de evoluir, principalmente com uma atuação mecânica de Casadevall. E a história fica engessada e pouquíssimo crível, com situações pouco naturais. Ainda assim, a ação funciona nas mãos de Pinheiro, que consegue dar ritmo e força para a trama. Poderia ser melhor? Sem dúvidas. Mas é um bom caminho para que o cinema nacional “de gênero” encontre cada vez mais sua própria voz e seu espaço."