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Quatro sobreviventes de Woodsboro são perseguidos pelo Ghostface em Nova York.
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Por que assistir ao filme Pânico VI?
"Quando 'Pânico V' chegou aos cinemas, muitas pessoas franziram as sobrancelhas - acreditavam que o legado de Wes Craven com a franquia ficaria nas filmagens originais e não haveria boas ideias para aproveitar. No entanto, isso não aconteceu: o filme teve uma boa arrecadação e também agradou a grande parte da crítica especializada. Agora, 'Pânico VI' chega com esta necessidade de ser "mais": mais violento, mais intenso, mais emocionante. Mais tudo. E é justamente nesta necessidade, além de todas as idiosincrasias de um "requel", na qual se apóia o filme. Obviamente, o anterior é mais criativo, fresco e original, mas este sexto capítulo ainda consegue divertir. A diferença está no estilo do Pânico que, não só está em uma Nova York pouco identificável (o ponto fraco do filme), mas também é mais violento. Usa armas em um momento, dá golpes violentos com um facão. Tudo isso para contar, mais uma vez, a história de Sam (Melissa Barrera) e Tara (Jenna Ortega), que tentam sobreviver após os primeiros ataques sofridos na pequena Woodsboro. E no final, é exatamente o que o público quer: mais, mais e mais. Pode soar exagerado, mas essa é a essência e alma do Pânico, que funciona tão bem desde os anos 90. E entre nós, já estou preparado para 'Pânico VII'."
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"Quando ‘Pânico V’ chegou aos cinemas, muitas pessoas torceram o nariz – acreditavam que o legado de Wes Craven com a franquia havia permanecido com os filmes originais e que não haveria mais boas ideias a serem aproveitadas. Só que não foi bem assim: o longa-metragem foi bem de bilheteria e ainda agradou boa parte da crítica especializada. Agora, ‘Pânico VI’ chega com aquela necessidade de ser “mais”: mais violento, mais intenso, mais emocionante. Mais tudo. E é justamente nessa necessidade, além de todas as idiossincrasias da sequência de uma “requel”, que o filme se apoia. Obviamente, o anterior é mais criativo, fresco e original, mas este sexto capítulo ainda consegue divertir. O diferencial fica no estilo do Pânico que, não só está em uma pouco identificável Nova York (o ponto baixo do filme), como também é mais violento. Usa armas em um momento, dá estocadas violentas com a faca. Tudo isso para contar, novamente, a história de Sam (Melissa Barrera) e Tara (Jenna Ortega), que tentam sobreviver após os primeiros ataques que sofreram na pequena Woodsboro. E, no final, é exatamente isso que o público quer: mais, mais e mais. Pode até soar exagerado, mas essa é a essência e alma de Pânico, que dá tão certo desde os anos 1990. E, cá entre nós, já estou preparado para ‘Pânico VII’."