Crítica de ‘House of the Dragon 2’: Episódio 4 eleva a tensão com a primeira grande batalha Crítica de ‘House of the Dragon 2’: Episódio 4 eleva a tensão com a primeira grande batalha

Crítica de ‘House of the Dragon 2’: Episódio 4 eleva a tensão com a primeira grande batalha

O quarto episódio da 2ª temporada de ‘House of the Dragon’ finalmente entrega o que se propõe, marcando o início oficial da Dança dos Dragões, no melhor estilo ‘Game of Thrones’

8 de julho de 2024 10:03
- Atualizado em 9 de julho de 2024 13:16

O quarto episódio da 2ª temporada de House of the Dragon finalmente entrega o que se propõe, marcando o início oficial da Dança dos Dragões. Dirigido por Alan Taylor, conhecido por seu trabalho em outros episódios elogiados de Game of Thrones, o capítulo destaca-se por cenas de ação intensas e pela presença imponente dos dragões. O Dracarys rolou solto, e nós já queremos mais!

Confira abaixo o que achamos do episódio 4 de Casa do Dragão, e aproveite também para ler tudo o que você precisa saber sobre House of the Dragon e como assistir à série online e com opções gratuitas.

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Atenção: o texto a seguir contém spoilers do episódio 4 da 2ª temporada de A Casa do Dragão.

O spin-off de Game of Thrones não decepciona ao entregar a primeira grande batalha entre os Verdes e os Pretos. O quarto episódio da 2ª temporada de Casa do Dragão é comandado por Alan Taylor, o episódio é um marco na série, trazendo cenas de ação espetaculares e uma direção que eleva a tensão da narrativa.

A Batalha de Rook’s Rest

A batalha de Rook’s Rest é o ponto alto deste episódio, trazendo uma coreografia de combate que não deixa nada a desejar. A direção de Taylor brilha ao capturar a grandiosidade e a brutalidade da guerra, com cenas aéreas dos dragões que são de tirar o fôlego. Vhagar, montado por Aemond, e Meleys, de Rhaenys, proporcionam um espetáculo visual que lembra as melhores sequências de ação de Game of Thrones.

Direção repleta de Dracarys

Conhecido por dirigir episódios elogiados de Game of Thrones, como Beyond the Wall, e o primeiro capítulo da 2ª temporada de House of the Dragon, Alan Taylor retorna com seu estilo característico, combinando cenas de ação épicas com momentos de tensão dramática. Sua habilidade em criar uma atmosfera carregada de emoção é evidente, especialmente nas cenas em que os dragões dominam o céu. Taylor equilibra perfeitamente a grandiosidade da batalha com os momentos mais íntimos dos personagens, proporcionando uma experiência completa para o público.

O diretor prova mais uma vez sua habilidade em dirigir episódios de grande escala, trazendo uma direção precisa e impactante. Ele consegue equilibrar a ação com momentos de desenvolvimento de personagem, garantindo que cada cena tenha peso emocional. Sua direção mantém o ritmo do episódio dinâmico e envolvente, sem perder o foco na narrativa central.

Reviravoltas e emoções em Casa do Dragão

Eve Best como Rhaenys em Casa do Dragão (Crédito: HBO)
Eve Best como Rhaenys em Casa do Dragão (Crédito: HBO)

É possível perceber a emoção de Rhaenys (Eve Best) ao subir em Meleys pela última vez, ao mesmo tempo em que nota-se o medo e o desnortear dos soldados que lutam por ambos os lados – especialmente Sir Criston Cole. Seu intérprete, Fabien Frankel, entrega o melhor de um homem que quer provar o seu valor, mas subiu ao poder por vias tortas, e é odiado por seus iguais.

Tal como é comum no universo de Game of Thrones, a reviravolta é surpreendente: enquanto esperamos a carta na manga da chegada de Aemond e seu dragão, é a entrada de Aegon II (Tom Glynn-Carney) – bêbado e frustrado – que promete mais um degrau na escada da Dança dos Dragões.

Atuações dignas dos personagens

Outra cena de destaque é a troca entre Olivia Cooke como Alicent e Tom Glynn-Carney como Aegon, um rapaz, elevado à rei, que não sabe o seu lugar, nem tampouco pedir conselhos – como ocorria com Joffrey em GoT. Percebe-se, mais uma vez, que Viserys queria que Rhaenyra reinasse, afinal.

Matt Smith, como Daemon, também rouba a cena com seu sarcasmo característico ao interagir com novos recrutas para seu exército, adicionando camadas de complexidade ao seu personagem.

O início da guerra

Este episódio marca o verdadeiro início da guerra civil em Westeros. As estratégias de Daemon em Harrenhal, combinadas com a decisão de Rhaenyra de enviar seus dragões para a batalha, mostram que não há mais volta. A ação é constante e o ritmo do episódio mantém o espectador à beira do assento do início ao fim.

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