Imortalizada pelo papel em Eu, Christiane F., Natja Brunckhorst construiu uma carreira sólida como roteirista e diretora. Em O Grande Golpe do Leste (Zwei zu eins, 2024), ela explora a Alemanha pós-reunificação com humor e crítica social, centrando-se em três ex-operários que decidem roubar uma mina abandonada. A diretora combina empatia e sátira política com precisão, revelando seu olhar maduro e comprometido com histórias socialmente relevantes. É seu segundo longa-metragem após Alles in bester Ordnung (2021).
Com uma carreira iniciada ainda na infância em O Encantador de Cavalos, Scarlett se consolidou com performances marcantes em Encontros e Desencontros (Sofia Coppola), Ela e como Viúva Negra no MCU. Em 2025, estreia na direção com Eleanor the Great, comédia dramática com a atriz carismática June Squibb (Thelma) sobre amadurecimento e segundas chances, demonstrando seu desejo antigo de assumir o controle criativo das histórias que conta. O filme será exibido no Festival de Cannes 2025 na Mostra Un Certain Regard.
Anne Fontaine começou como atriz e bailarina antes de se tornar roteirista e diretora. Seu cinema aborda relações femininas, espiritualidade e ambiguidade moral. Em Agnus Dei (Les Innocentes), aborda freiras polonesas violentadas durante a Segunda Guerra, combinando pesquisa histórica e drama humano.
Oscarizada por O Quarto de Jack, Larson é também uma ativista por representatividade no cinema. Em Loja de Unicórnios (2017), que também protagoniza, ela explora questões de amadurecimento, idealismo e identidade criativa. O filme estreou na Netflix, marcando sua estreia na direção com leveza e originalidade. Filme simpático e carismático que atua ao lado do seu colega, Samuel L. Jackson.
Nadine Labaki é uma das cineastas mais relevantes do Oriente Médio. Atuou e dirigiu filmes como Caramelo (2007), mas foi com Cafarnaum (2018), indicado ao Oscar, que atingiu reconhecimento global. Sua atuação e direção trazem um olhar sensível sobre a pobreza, infância e justiça social no Líbano. Além de ser uma atriz renomada, Labaki defende em sua direção um olhar emergente sobre a situação de seu país. Reforça suas origens em cada take e nos presenteia com filmes emocionantes e discursos memoráveis em festivais.




