Este é um filme belo e tocante, daqueles para ser assistido em família. Baseado no livro de mesmo nome, a história do pequeno Auggie nos comove e, também, nos ajuda a entender melhor o próximo e valorizar as conquistas de quem está na mesma situação do pequeno garoto. Uma mensagem positiva, que traz ainda uma maquiagem incrível (indicada ao Oscar).
Baseado em um best-seller mundial, A Cabana é daqueles filmes com um público bastante específico. Afinal, aqui, o diretor Stuart Hazeldine (Exame) navega em um história de luto, perda e depressão para falar de religiosidade. No caso, um pai (Sam Worthington) que busca lidar com a morte repentina da filha. Emocionante e profundamente imerso em temas como fé, religiosidade e crença, o longa-metragem tenta não passar batido pelo espectador, trazendo lições de vida e luto ao longo de suas mais de duas horas. Algumas pessoas, sem dúvidas, vão embarcar na proposta e se emocionar profundamente com a jornada desse pai. Outros, porém, vão se cansar rapidamente do excesso de "moral da história" no longa-metragem. Mas, de um jeito ou de outro, é inegável: A Cabana é um filme reflexivo, profundo e emocionante, que deve gerar algum tipo de pensamento enquanto os créditos sobem.












