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‘Cidade de Deus’ é o segundo filme em língua não-inglesa mais visto no mundo

A produção nacional dirigida por Fernando Meirelles e Katia Lund só fica atrás do longa francês ‘Intocáveis’

18 de agosto de 2022 11:58

Viva o cinema brasileiro. ‘Cidade de Deus‘, produção lançada em 2002 e dirigida por Fernando Meirelles e Katia Lund, é o segundo filme em língua não-inglesa mais visto em todo o mundo.

Segundo o levantamento da Preply realizado com base no IMDb – site norte-americano, atualmente pertencente à Amazon, que mantém uma base dados online com informações sobre filmes, séries, música e games -, a produção nacional só está atrás de ‘Intocáveis‘, longa francês dirigido por Olivier Nakache e Éric Toledano.

Cidade de Deus
Em 2021, ‘Cidade de Deus’ também entrou na lista “101 melhores roteiros do século XXI (até agora)” (Crédito: Divulgação/O2 Filmes)

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O levantamento mostra, ainda, ‘O Fabuloso Destino de Amélie Poulain‘ (2001), também francês, ocupando o terceiro lugar, seguido pela animação do japonês Hayao Miyazaki, ‘A Viagem de Chihiro‘ (2001), em quarto.

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De acordo com o relatório, um dos fortes de ‘Cidade de Deus’ é o enredo e as filmagens nas favelas. “Muitos dos atores usados ​​são crianças que são da região, dando ao filme uma autenticidade que não pode ser igualada. Está entre os três primeiros por um motivo.”, afirma o site.

Você pode conferir a lista completa aqui.

Sobre ‘Cidade de Deus’

A produção, que completa 20 anos em 2022, é uma das mais premiadas e reconhecida no exterior. Em 2004, recebeu quatro indicações ao Oscar, concorrendo nas categorias de Melhor Diretor, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Edição e Melhor Fotografia.

Baseado no livro homônimo de Paulo Lins, ‘Cidade de Deus’ conta a história de Buscapé, um jovem pobre, negro e muito sensível, que cresce em um universo de muita violência. A sinopse oficial ainda completa: “Amedrontado com a possibilidade de se tornar um bandido, ele acaba sendo salvo de seu destino por causa de seu talento como fotógrafo, o qual permite que siga carreira na profissão. É através de seu olhar atrás da câmera que Buscapé analisa o dia-a-dia da favela onde vive, onde a violência aparenta ser infinita.”

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