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Uma dona de casa dos anos 1950 começa a questionar a utopia em que vive e os segredos de seu marido.
Trailer
Dica: Em uma corrida pelo interior dos EUA, um carro vermelho descobre o valor da amizade.

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- TítuloNão Se Preocupe, Querida
- Título OriginalDon't Worry Darling
- GêneroSuspense
- Classificação+16
- Duração2h2min
- Festivais
- Ano de produção2021
- Ano de lançamento2022
- PaísEUA
- Diretor
- ProdutoresCatherine Hardwicke Roy Lee Olivia Wilde Richard Brener Shane van Dyke Carey van Dyke
- RoteiroShane van Dyke Carey van Dyke Katie Silberman
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"É curioso como os bastidores atribulados de ‘Não se Preocupe, Querida’ se tornaram, aos poucos, mais interessantes e comentados do que o próprio filme em si. E também triste. Afinal, o longa-metragem é uma produção competente, que atinge com graça a qualidade de uma distopia feminista e moderna. Dirigido por Olivia Wilde (‘Fora de Série’), o longa-metragem conta a história de uma estranha comunidade dos anos 1950, em que uma mulher (Florence Pugh, absolutamente genial) começa a questionar tudo que existe ao seu redor e a realidade em que vive, assim como o marido (Harry Styles). É um filme com forte comentário social, sobre opressão e papel da mulher. O ponto mais fraco do longa-metragem, infelizmente, é a ideia. O roteiro, assinado pelo trio Katie Silberman, Carey Van Dyke e Shane Van Dyke, parte da essência do mito da caverna de Platão, em que as pessoas vivem em um mundo de sombras até que questionam o que há por trás disso. Algo já batido, muito explorado. Além disso, Harry Styles não está bem em tela e, quando precisa, não consegue atingir o clímax dramático necessário. No entanto, há alguns elementos interessantes. Primeiro e acima de tudo: Florence Pugh. A atriz é uma sensação, um acontecimento. Mesmo em momentos que o roteiro não a favorece, ela consegue achar um meio de brilhar. Além disso, ainda que boa parte do filme patine por conta dessa base óbvia e batida, os últimos 30 minutos são empolgantes. Afinal, é ali que Olivia Wilde encontra espaço para deixar o público tenso. Ainda que todos saibam como a coisa se desenrola, a cineasta e o roteiro podem ir para qualquer lado no último segundo. Pode ser vida ou morte, alegria ou tristeza; celebração ou luto. E é aí que ‘Não se Preocupe, Querida’ mostra sua potência, sua força e como, apesar de tudo, é um bom longa-metragem. Clique aqui para ler a crítica completa."