Um adolescente foge de casa para seguir as pisadas de seu avô: o caçador de tempestades Bill Brody. Acaba trabalhando para um antigo rival da família, Zane, um homem que enriqueceu se aproveitando da desgraça alheia.
Se você gosta de filmes de desastres (como Gran terremoto 9 grados) ou sobre os perigos de feras subaquáticas (Inferno na tempestade ou Ameaça sob a água), então essa produção chinesa certamente lhe agradará. A premissa de O Grande Tsunami é conhecida: um tsunami atinge uma população chinesa, e os sobreviventes precisam lutar para sobreviver. Exceto que também há um voraz crocodilo na equação, tornando tudo mais perigoso e interessante. Mesmo se os efeitos visuais não forem os melhores, é um filme que oferece entretenimento garantido para os fãs do cinema de desastres.
Do mesmo diretor de 'Terremoto' e dos mesmos produtores de 'A Onda', 'Mar em Chamas' também é um filme para assistir sem parar para respirar. O colapso de uma plataforma de petróleo no litoral da Noruega é apenas o prenúncio do que pode vir a ser uma catástrofe apocalíptica. E, enquanto investiga as causas da tragédia, a pesquisadora Sofia busca sobreviventes a bordo de um submarino. O filme tem ótimo valor de produção e efeitos especiais de qualidade que fazem um ótimo título de ação e thriller.
Tempestade Ácida (Acide) é um drama francês de ficção científica dirigido por Just Philippot (A Nuvem), que traz o experiente Guillaume Canet em uma performance intrigante como um pai que tenta proteger sua filha de chuvas ácidas mortais que assolam a França. O filme combina elementos de suspense e drama familiar em um cenário apocalíptico e as tensões de um mundo onde a água se torna um perigo. Destacando-se pela abordagem realista e cenas chocantes, foi exibido na seção Midnight de Cannes, atraindo atenção por sua narrativa impactante e cenários devastadores.
O filme norueguês ‘A Onda’ foi atípico: de fora do circuito tradicional, o diretor Roar Uthaug (que viria a dirigir o novo ‘Tomb Raider’) conseguiu criar um blockbuster grandioso sobre sobrevivência e fim do mundo. No caso, um tsunami que se forma numa cidadezinha ali no coração da Noruega. Agora, cinco anos depois, a franquia volta para mais uma catástrofe em ‘Terremoto’. No caso, como o próprio nome diz, um abalo sísmico de proporções nunca antes vistas promete destruir a capital Oslo. Sem a direção de Uthaug, e agora sob comando do pouco experiente John Andreas Andersen (do bom filme ‘Uno’), a franquia perde em vitalidade e os efeitos se tornam mais erráticos. No entanto, é aquilo: para quem gostou de ‘A Onda’ e tem um carinho especial por filmes como ‘Impacto Profundo’ e ‘Daylight’ vai encontrar uma diversão garantida. E o melhor: vinda de um país com pouquíssima tradição no cinema de ação, mostrando que há espaço para experimentação.




