Liam Neeson é daqueles atores que encontraram um filão nos cinemas para chamar de seu. Depois da porradaria para salvar sua filha em Busca Implacável, o ator britânico se encontrou nessa cinema de ação aparentemente sem muito propósito, mas que diverte demais. É o caso de Sem Escalas, Desconhecido e, agora, Legado Explosivo. Dirigido por um apático Mark Williams (Um Homem de Família), o longa-metragem traz todos os elementos que já vimos nesses outros filmes do ator: pancadaria, um protagonista extremamente honesto tentando fazer algo bizarramente humano e natural e um final previsível. Já cansou um pouco dessa fórmula. No entanto, a chave de produções ainda é a diversão. E Legado Explosivo, ao contar a história de um ladrão em busca de redenção após se apaixonar, oferece todos as formas do público rir, se divertir e ver o tempo passar com um sorriso no rosto e a adrenalina lá em cima. Não espere algo inédito ou original. Vá sem expectativas e encontre novamente um Liam Neeson pronto para dar porrada por aí sem dó.
Liam Neeson é um dos astros de ação mais populares do mundo e ele segue trilhando esse caminho, apesar das declarações de que se aposentadoria do gênero. Agente das Sombras é um desses filmes, na trama, Neeson dá vida a um agente do FBI, que acaba se envolvendo em uma conspiração. Com direito a muitas sequências de adrenalina e um enredo com suspense, é uma produção completa e que, provavelmente, vai agradar quem acompanha a carreira do astro. Por mais que não seja uma narrativa tão surpreendente, é um longa que consegue prender o espectador e entreter.
O diretor espanhol Jaume Collet-Serra chegou a colaborar com Neeson quando ele já era um astro de ação consolidado, e juntos fizeram três thrillers de ação. No entanto, é preciso dizer que o segundo é o melhor dos três. Sem Escalas, um Busca Implacável dos ares, segue o ator em seu personagem já estabelecido e estereotipado, aqui um policial durão e cansado que deve lidar com o sequestro do voo transatlântico em que ele está viajando.
A terceira colaboração de Collet-Serra e Neeson replica a fórmula de seu antecessor, então a falta de originalidade é compensada por fortes emoções e uma reviravolta digna de Assassinato no Expresso do Oriente, de Agatha Christie. Afinal, O Passageiro segue um policial aposentado de Nova York que está intrinsecamente implicado em uma trama criminosa de vida ou morte no meio de uma viagem de trem, com ótimas cenas de ação.












